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'O plano de governo de Jerônimo ignora os principais problemas da Bahia e não tem propostas', alerta deputado
'O plano de governo de Jerônimo ignora os principais problemas da Bahia e não tem propostas', alerta deputado
Por Redação
04/08/2026 às 15:28
Atualizado em 04/08/2026 às 18:35
Foto: Divulgação/Arquivo
O deputado estadual Luciano Ribeiro (União Brasil)
O deputado estadual Luciano Ribeiro (União Brasil) disse nesta terça-feira (4) que o plano de governo apresentado pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT) à Justiça Eleitoral ignora os principais problemas da Bahia, especialmente sobre violência e fila da regulação, e não tem propostas e metas claras.
Segundo o deputado, apesar de abordar temas como saúde, segurança pública, educação e desenvolvimento econômico, o texto é composto predominantemente por diretrizes gerais e conceitos, sem estabelecer compromissos claros e objetivos que permitam à população acompanhar o eventual cumprimento das promessas.
“Para quem já governa a Bahia há quatro anos, é muito pouco. A população tem o direito de saber quais são as propostas para áreas como segurança pública, saúde, educação e infraestrutura. O documento não responde a essas perguntas e acaba reforçando a impressão de que Jerônimo continua se escondendo e evitando assumir compromissos com os baianos”, declarou.
O parlamentar observa que o plano utiliza repetidamente expressões como “vamos avançar”, “vamos continuar” e “nosso compromisso é”, mas praticamente não apresenta indicadores, cronogramas, metas quantitativas ou projetos detalhados. “O que vimos é que o plano de governo de Jerônimo ignora os principais problemas da Bahia e não aponta caminhos e soluções. Parece que está tudo perfeito, mas o povo sabe das dificuldades que enfrenta”, acrescentou.
Segundo ele, um plano de governo deveria servir como instrumento de prestação de contas à população. “Sem metas, sem indicadores e sem prazos, o cidadão não tem como cobrar depois se aquilo foi ou não cumprido. Me parece que Jerônimo está com medo de ser cobrado pelas promessas”, disse.
